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SELETIVIDADE ALIMENTAR EM CRIANÇAS AUTISTAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA.

Lyandra Teixeira Cavalcante

Ingrid Bezerra Bispo Noronha

Nutrição

2025

Autismo. Seletividade Alimentar. Crianças. Transtorno.

A alimentação desempenha um papel crucial no desenvolvimento das crianças com TEA que frequentemente apresentam seletividade alimentar devido à fatores sensoriais. Isso pode resultar em deficiências nutricionais e problemas gastrointestinais. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que impacta a comunicação e interação social, com uma prevalência global de cerca de 1%, sendo mais comum em meninos do que em meninas. Fatores genéticos e ambientais estão associados à sua origem, e intervenções precoces podem melhorar a qualidade de vida das crianças diagnosticadas. O presente estudo trata-se de uma revisão sistemática da literatura, com levantamento bibliográfico realizado na base de dados PubMed, Scielo e Science Direct. As palavras-chaves utilizadas foram: Autismo, Seletividade Alimentar, Crianças, Transtorno O objetivo deste estudo é compreender a relação entre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a seletividade alimentar, analisando os impactos nutricionais e as possíveis intervenções para melhorar a qualidade de vida das crianças com TEA. Estudos mostram que crianças com esse transtorno tendem a consumir menos frutas e vegetais, o que pode levar a complicações metabólicas. Os achados demonstram que, apesar das limitações no número de profissionais, o acompanhamento nutricional contribuiu positivamente para a saúde alimentar de crianças com TEA, com avanços como maior aceitação de novos alimentos e redução de comportamentos desafiadores. Contudo, a seletividade alimentar e a tendência ao sobrepeso ainda persistem. Terapias complementares, como o uso de CBD, mostraramse promissoras, mas exigem mais estudos para comprovar eficácia a longo